FOI ENTÃO QUE UM GENIO DA ÉPOCA (provavelmente ainda na Idade da Pedra) PERCEBEU QUE... bastava “virtualizar” os valores!
A coisa funcionaria assim: um objeto pequeno e sem grande valor intrínseco (suponhamos, uma ervilha...) seria aceito como “um cruzeiro”, ou um “dinar”, ou qualquer outro nome. Desde que fosse de valor relativamente pequeno. Assim, poder-se-ia trocar um saco de arroz (1000 ervilhas) por um quarto de saco arroz (250 ervilhas) na cidade, e poderíamos aí então viajar com mais 750 ervilhas, (valendo talvez 10 sacos cheiros de ouro...) sem ter que carregar todo aquele peso e sem ter que correr o risco do ouro transportado desprotegido na viagem.
Essa foi (provavelmente) a primeira experiência de “virtualização” dos valores: um punhado de
quarta-feira, 27 de maio de 2015
quarta-feira, 13 de maio de 2015
A invenção do 0-800 tupiniquim
Um dos grandes problemas do Credicard era o fato de que tudo era processado em São Paulo, e uma boa parte dos clientes ficava em outras capitais, principalmente Rio. Isso provocava custos imensos, além da inconveniência de o cliente ser obrigado a fazer uma ligação interurbana para saber um saldo... e uma ligação interurbana na época era um transtorno!
O que fizemos? Trabalhamos junto com um engenheiro eletrônico, o Flinker, para desenvolver um pequeno sistema: a máquina atendia um telefonema local (por exemplo, em Belo Horizonte), como se fora uma secretária eletrônica.
O que fizemos? Trabalhamos junto com um engenheiro eletrônico, o Flinker, para desenvolver um pequeno sistema: a máquina atendia um telefonema local (por exemplo, em Belo Horizonte), como se fora uma secretária eletrônica.
Como é que se faz o dinheiro
Dinheiro, dinheiro.... uma das criações mais elaboradas da mente humana! (segundo o filósofo alemão Rudolf Steiner).
Quando trocávamos (há alguns séculos) um saco de arroz (que havíamos produzido em casa, e que não tinha para nós nenhum valor, pois tínhamos um vasto estoque de arroz acumulado) tínhamos que levar esse saco até a feira, onde íamos dar um valor ao arroz contido no saco; será que ele vale tanto ou mais que o saco de açúcar de que precisamos lá em casa? Isso só saberemos
Quando trocávamos (há alguns séculos) um saco de arroz (que havíamos produzido em casa, e que não tinha para nós nenhum valor, pois tínhamos um vasto estoque de arroz acumulado) tínhamos que levar esse saco até a feira, onde íamos dar um valor ao arroz contido no saco; será que ele vale tanto ou mais que o saco de açúcar de que precisamos lá em casa? Isso só saberemos
segunda-feira, 11 de maio de 2015
O Elefante e a Formiga
Era uma vez uma formiga... ela era rainha, e por isso dava conta de gerenciar um formigueiro inteiro. O formigueiro era muito bem organizado, todas as formigas sabiam bem o que tinham que fazer, e ninguém desobedecia a rainha. Até que apareceu a informática, produzindo mapas e gráficos, que relatavam, a cada minuto, a produtividade de cada uma das milhares de formigas. Os computadores foram se tornando indispensáveis ao gerenciamento de, agora, centenas de milhares de formigas! Foi necessário criar nada menos que 5 sub rainhas, com as inevitáveis disputas de vaidade entre elas.
Foi necessário criar regras complexas para dirimir essas disputas, e manuais para colocar tudo no papel. Claro, os manuais eram mantidos com a ajuda de computadores.
Foi necessário criar regras complexas para dirimir essas disputas, e manuais para colocar tudo no papel. Claro, os manuais eram mantidos com a ajuda de computadores.
sexta-feira, 8 de maio de 2015
Desproporção Homem - Empresa
Imagine que você esteja, 100 anos atrás, (isto é, no ano de 1930, não é muito longe não é?) gerenciando uma empresa de ferrovias. Você terá que chegar ao escritório lá pelas 9:00, verificar os documentos e despachos de 50 trens, você e sua equipe de funcionários cada um em sua mesa de trabalho, emitir notas fiscais em papel para 80 encomendas. Em seguida, vão reunir todas num pacote, de várias cópias a carbono, um para cada trem, entregar ao maquinista, e vão todos embora para casa. Para retomar o trabalho idêntico às 9 do dia seguinte, com uma nova carga de despachos. Emocionante, né?
Compare com o que você tem que fazer 100 anos mais tarde:
Compare com o que você tem que fazer 100 anos mais tarde:
segunda-feira, 4 de maio de 2015
Aguentamos essa velocidade?
As coisas estão cada vez mais velozes: os celulares, as conexões de internet, a inovação das transmissões de imagens, etc, etc.
Eu aprendi outro dia que poderia falar pelo WhatsApp; ora, há pouquíssimas semanas que eu comecei a usar o WhatsApp para me comunicar por escrito!!
Assim como no WhatsApp, as transformações ocorrem a velocidades estonteantes, que nós (maiores de 40 anos) temos imensa dificuldade de acompanhar. Quando nos damos conta,
Eu aprendi outro dia que poderia falar pelo WhatsApp; ora, há pouquíssimas semanas que eu comecei a usar o WhatsApp para me comunicar por escrito!!
Assim como no WhatsApp, as transformações ocorrem a velocidades estonteantes, que nós (maiores de 40 anos) temos imensa dificuldade de acompanhar. Quando nos damos conta,
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